quarta-feira, 30 de janeiro de 2008

Violino


Há muito fui iniciado em uma arte
que não requer instrumentos, técnicas
ou até mesmo inspiração.

É a arte de amar aquilo que está ali,
calado no seio do futuro.
Sonho invisível, que tímido,
não chegou às minhas mãos.

Aprendi a esperar e adorar aquilo que desejo;
E obrigado a ferver no amor pelo invisível,
Fui iniciado contra minha vontade.

Aprendendo que se esperar, com paciência,
É uma virtude;

Amar o incriado é uma arte.

6 comentários:

  1. Adoro!!!

    Que venha o violino verde!



    ("Unicamente", não é???)


    =)

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  2. Fomos nós que escrevemos sim! O seu também tá bem legal!
    =)

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  3. Finíssima, diga-se de passagem.

    Quero ver fotos com ele!

    (=

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  4. Ei meu veterano!

    Brigadão pelo comentário!

    E me identifiquei muito com esse poema, senti aquela tal da catarse =)

    Beijão

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  5. Praticamente uma ação alquímica. :)

    Curiosidade, você acaba vendo concretizado cada coisa que você visualiza com tanto esmero como se fosse real?

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